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Um Outro Líbano, por Pascal Beaudenon
Pascal Beaudenon, nasceu em 1965, em uma pequena cidade no sudoeste da França chamada Aire sur l'Adour. Os Beaudenon eram uma família de viajantes e, desde muito cedo, eles começaram a se mudar de um país para outro, percorrendo o mundo.

Desde a mais terna idade, em suas viagens, Pascal se interessou pela fotografia. Ao descobrir, em 1982, imagens de um Vietnam destruído, tiradas há mais de uma década pelo fotógrafo Tim Page, Pascal tomou a decisão de se tornar um repórter fotográfico.

fotografia de Pascal Beaudenon
http://www.pascalbeaudenon.com
   
Residindo no Líbano desde 1994, Pascal partiu, em 2002, para um caminho diferente: a fotografia de paisagens. Ainda estavam na sua mente as memórias de sua primeira infância passada sob o sol da África e Pacífico Sul: “Eu sempre tive sorte de viver em lugares cercados de lindas paisagens. Isto é um mero retorno às minhas raízes”, ele afirma.

L’Autre Liban (O Outro Líbano), livro lançado em 2005, traz o trabalho do fotógrafo Pascal Beaudenon focado exclusivamente na riqueza da natureza libanesa. Pascal, sem usar nenhum recurso artificial, retrata em seus panoramas as preciosidades do Líbano.

Para aqueles que desejam conhecer uma outra face do Líbano, vale a pena ver as panorâmicas deste fotógrafo. O livro se encontra a venda pelo site http://www.pascalbeaudenon.com, assim como calendários e cartões postais.

Memória de Beirute, por Ayman Trawi
Fotógrafo pessoal de Rafic Hariri, Ayman Trawi, produziu um álbum comparativo de Beirute. Com fotografias feitas logo após o fim da guerra civil e outras tiradas depois da reforma da cidade. Nesse trabalho, o fotógrafo percorre as ruas da capital, retratando a partir de um mesmo ponto de vista, diferentes aspectos da arquitetura local.

Por quinze anos, entre 1975 e 1990, a guerra civil entre cristãos e muçulmanos causou 150.000 mortes e devastou a capital, Beirute. Dois anos depois do acordo de paz assinado por imposição da Síria, que ainda mantém tropas de ocupação no país, Beirute iniciou a reconstrução do centro da capital, destruído pelo conflito. Concluída em menos de uma década, a revitalização representou uma grande intervenção urbana.

Uma área de 4,5 quilômetros quadrados no centro histórico foi recuperada, consumindo cerca de 12 bilhões de dólares. Os vestígios da guerra foram apagados, incluindo os trechos por onde passava a chamada linha verde – a fronteira formada por barricadas e postos de controle que dividiam a cidade de 1,1 milhões de habitantes entre os setores cristão e muçulmano.

Montanhas de escombros deram lugar a edifícios novos e vias bem-cuidadas, que passaram a abrigar bares, lojas, bancos e apartamentos residenciais onde vivem 40.000 pessoas.

O centro histórico formava um conjunto harmonioso e de diferentes estilos, erguido entre o fim do século XIX e meados do XX – já sob a influência do domínio francês, que vigorou no Líbano de 1920 até a II Guerra e deu a Beirute a fama de ser a "Paris do Oriente Médio".

O livro de Ayman Trawi, Memória de Beirute, encontra-se a venda no endereço abaixo:
(Link: http://www.amazon.com/o/ASIN/B000C0L2Y6/105-7894334-5684418?SubscriptionId=18TTGD4DGMT8N6BCJF02) .